quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O tempo
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
O que é o homem?
domingo, 23 de agosto de 2009
A verdadeira importância
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Fé
domingo, 16 de agosto de 2009
Ame sem esperar recompensas
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Anjos existem?
domingo, 9 de agosto de 2009
Muito Obrigado, Pai.
sábado, 8 de agosto de 2009
Seja você mesmo.
Eu estava andando nos jardins de um asilo de loucos, quando encontrei um jovem rapaz, lendo um livro de filosofia.
Por seu jeito, e pela saúde que mostrava, não combinava muito com os outros internos.
Sentei-me ao seu lado, e perguntei: “O que você está fazendo aqui?”
Ele me olhou surpreso. Mas, vendo que eu não era um dos médicos, respondeu: “É muito simples. Meu pai, um brilhante advogado, queria que eu fosse como ele. Meu tio, que tinha um grande entreposto comercial, gostaria que eu seguisse seu exemplo. Minha mãe desejava que eu fosse a imagem de seu adorado pai. Minha irmã sempre me citava o seu marido como exemplo de um homem bem-sucedido. Meu irmão procurava treinar-me para ser um excelente atleta como ele”.
“E o mesmo acontecia com meus professores na escola, o mestre de piano, o tutor de inglês. Todos estavam convencidos e determinados que eram o melhor exemplo a seguir. Ninguém me olhava como se deve olhar um homem. Mas como se olha no espelho”.
“Desta maneira, eu resolvi internar-me neste asilo. Pelo menos aqui eu posso ser eu mesmo”.
Então seja você mesmo, não deixe que pessoas influenciem o seu modo de ser, de agir e de pensar.
Um bom resto de fim de semana a todos.
*retidao da internet
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Amizade
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Para refletir...
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o primeiro a entrar em sala de aula, e o ultimo a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás. O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela cicatriz.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar: - Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silêncio atenta a tudo. O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida. Silêncio total em sala. -... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha está lá dentro!'Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto... A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta cicatriz feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha beija porque sabe que é marca de amor.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Quem somos?
Numa conversa com uma amiga ontem, ela me mostrou um vídeo que falava sobre a mudança da cultura de toda a população. E esse vídeo me inspirou para o post de hoje. Afinal, quem são nossos heróis e onde estão nossos costumes?
Com o avanço da tecnologia as pessoas começaram a substituir seus gostos e personalidades. Todos hoje chegam em casa ligam a tv ou o computador e não conseguem viver sem essas tecnologias, muitas vezes inúteis.
Essa globalização formula idéias em sua cabeça, induz você a ter certos pensamentos e te impõe produtos!
Mais vamos falar de cultura. Quem hoje em dia faz uma serenata de amor? Ouve um pouco de MPB? São poucas as pessoas, fazer coisas antigas virou sinônimo de desatualização, você se torna uma pessoa má vista. E o que era bom cada vez vai se perdendo.
Onde estão os jovens que faziam cartinhas amorosas? Hoje a internet facilitou tudo. Você manda um “scrap” com algumas bobagens e se a menina(o) não gostar você manda o famoso “AhUiOaHuIoAhUiO” e tudo se resolve.
É...
Esses avanços acabaram com todo o romance que existia nos seres-humanos e a tendência é piorar cada vez mais.
Abraço à todos.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Caridade - A mulher que pedia.
Eu e meu pai a encontramos na esquina da Rua Constante Ramos, em Copacabana. Tinha aproximadamente 60 anos, estava numa cadeira de rodas, perdida no meio da multidão.
Meu pai ofereceu-se para ajudá-la. Ela aceitou, pedindo que a levássemos até a Rua Santa Clara.
Alguns sacos plásticos presos na cadeira de rodas. No caminho, nos contou que aqueles eram todos os seus pertences. Dormia sob as marquises, e vivia da caridade alheia.
Chegamos ao lugar indicado; ali estavam reunidos outros mendigos.
A mulher tirou de um dos sacos plásticos dois pacotes de leite longa-vida, e distribuiu para o grupo.
“Fazem caridade comigo, preciso fazer caridade com os outros”, foi seu comentário.
Engolimos aquela cena e viemos embora. No caminho vim pensando: Precisamos ter algum bem para fazer uma caridade? Muitas vezes o simples fato de você dar atenção a essas pessoas ja é o bastante para elas, você pode dar um aperto de mão e dizer palavras bonitas. Há muitos tipos de caridade e muitas pessoas precisando de sua caridade. Seja caridoso e carinhoso!
Abraço à todos.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Pensando um pouco na morte.
Creio que este texto será lido em aproximadamente três minutos. Pois bem: segundo as estatísticas, neste espaço de tempo irão morrer 300 pessoas, e outras 620 nascerão.
Talvez eu demore meia-hora para escrevê-la: estou concentrado no meu computador, com livros ao meu lado, idéias na cabeça, carros passando lá fora. Tudo parece absolutamente normal à minha volta; entretanto, durante estes trinta minutos, 3.000 pessoas morreram, e 6.200 acabam de ver, pela primeira vez, a luz do mundo.
Onde estarão estas milhares de famílias que apenas começaram a chorar a perda de alguém, ou rir com a chegada de um filho, neto, irmão?
Paro e reflito um pouco: talvez muitas destas mortes estejam chegando no final de uma longa e dolorosa enfermidade, e certas pessoas estão aliviadas com o Anjo que veio buscá-las. Além do mais, com toda certeza, centenas destas crianças que acabam de nascer serão abandonadas no próximo minuto, e passarão para a estatística de morte antes que eu termine este texto.
Que coisa. Uma simples estatística, que olhei por acaso - e de repente estou sentindo estas perdas e estes encontros, estes sorrisos e estas lágrimas. Quantos estão deixando esta vida sozinhos, em seus quartos, sem que ninguém se de conta do que está acontecendo? Quantos nascerão escondidos, e serão abandonados na porta de asilos ou conventos?
Reflito: já fui parte da estatística de nascimentos, e um dia serei incluído no numero de mortos. Que bom: eu tenho plena consciência de que vou morrer. Desde que fiz o caminho de Santiago, entendi que – embora a vida continue, e sejamos todos eternos – esta existência vai acabar um dia.
As pessoas pensam muito pouco na morte. Passam suas vidas preocupadas com verdadeiros absurdos, adiam coisas, deixam de lado momentos importantes. Não arriscam, porque acham que é perigoso. Reclamam muito, mas se acovardam na hora de tomar providências. Querem que tudo mude, mas elas mesmas se recusam a mudar.
Se pensassem um pouco mais na morte, não deixariam jamais de dar o telefonema que está faltando. Seriam um pouco mais loucas. Não iam ter medo do fim desta encarnação – porque não se pode temer algo que vai acontecer de qualquer jeito.
Os índios dizem: “ hoje é um dia tão bom quanto qualquer outro para deixar este mundo”. E um bruxo comentou certa vez: “que a morte esteja sempre sentada ao seu lado. Assim, quando você precisar fazer coisas importantes, ela lhe dará a força e a coragem necessárias”.
Um dia todos nós vamos morrer, e só quem aceita isso está preparado para a vida.
*retirado da Internet